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    <title>Dumps Cerebrais</title>
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    <description>Recent content on Dumps Cerebrais</description>
    <generator>Hugo -- gohugo.io</generator>
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    <lastBuildDate>Mon, 28 Jan 2019 07:05:00 -0300</lastBuildDate>
    
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      <title>Migrando do Docker Swarm para o Kubernetes</title>
      <link>/2019/01/migrando-do-docker-swarm-para-o-kubernetes/</link>
      <pubDate>Mon, 28 Jan 2019 07:05:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2019/01/migrando-do-docker-swarm-para-o-kubernetes/</guid>
      <description>Começamos 2019 e ficou bem claro que o Docker Swarm perdeu para o Kubernetes na guerra de orquestradores de contêineres.
Não vamos discutir aqui motivos, menos ainda se um é melhor que outro. Cada um tem um cenário ótimo para ser empregado como já disse em algumas das minhas palestras sobre o assunto. Mas de uma maneira geral se considerarmos o requisito evolução e compararmos as duas plataformas então digo que se for construir e manter um cluster de contêineres é melhor já começarmos esse cluster usando Kubernetes.</description>
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      <title>Sobre</title>
      <link>/sobre/</link>
      <pubDate>Tue, 13 Feb 2018 16:13:19 +0000</pubDate>
      
      <guid>/sobre/</guid>
      <description>Lá em 2011 tive o prazer de trabalhar com um maluco chamado Paulo Victor e a gente sempre passava umas dicas de sistemas, de Linux, de PHP e outras dicas um para o outro. Esse cara me cobrava para escrever essas dicas como ele fazia no blog dele.
Em 2012 comecei com o http://wfigsilva.blogspot.com.br que logo virou http://dumpscerebrais.com.br e hoje está sem o br. O blog começou no Blogspot para facilitar, mas ao começar a receber acessos preferí dar uma melhorada, usei Wordpress, Django, Jekyll e agora Hugo.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Aumentando a segurança do Docker Swarm com Auto Lock</title>
      <link>/2017/04/aumentando-a-seguranca-do-docker-swarm-com-autolock/</link>
      <pubDate>Sat, 08 Apr 2017 08:57:50 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2017/04/aumentando-a-seguranca-do-docker-swarm-com-autolock/</guid>
      <description>O Auto Locking é uma das grandes funcionalidades adicionadas na versão 1.13.0 do Docker e presente nas novas versões 1.13.1, 17.03.0-ce, 17.03.1-ce e 17.04.0-ce (versões disponíveis até a data de publicação desse artigo).
Você deve estar se perguntando: &amp;ldquo;Versões 1.12, 1.13 e agora 17.03.x-ce? Que zona é essa?&amp;rdquo; Na verdade não é zona, é reorganização, na versão 1.13 uma das novidades foi a reorganização dos comandos no CLI, agora a Docker está reorganizando os release e versões.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Como trabalhar com Secrets no Docker 1.13.x</title>
      <link>/2017/02/como-trabalhar-com-secrets-no-docker-1-13-x/</link>
      <pubDate>Wed, 15 Feb 2017 02:22:49 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2017/02/como-trabalhar-com-secrets-no-docker-1-13-x/</guid>
      <description>No dia 18 de janeiro de 2017, há menos de um mês foi lançada a versão 1.13 do Docker com uma porrada de novas e matadoras funcionalidades. Uma das que eu mais gostei foi a possibilidade de gerenciar secrets no Swarm Mode e é sobre ela que vou discorrer nesse artigo.
O que é o secret? Quando estamos trabalhando em um projeto e precisamos passar informações sensíveis para o ambiente, tais como senhas, chaves privadas, tokens, chaves de APIs e afins sempre passamos pelo problema de não podermos deixar no controle de versão e devemos sempre utilizar uma maneira segura de trafegar esses segredos.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Acessando a VM do Docker for Windows e Docker For Mac</title>
      <link>/2016/09/acessando-a-vm-do-docker-for-windows-e-docker-for-mac/</link>
      <pubDate>Thu, 22 Sep 2016 23:22:49 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2016/09/acessando-a-vm-do-docker-for-windows-e-docker-for-mac/</guid>
      <description>Tenho usado o Docker for Mac desde que lançaram seu beta, já nas versões 1.11.* e agradeci muito por facilitarem minha vida no OS X, só que o processo de Debug nas VMs ficou um pouco mais oneroso.
VMs Debian e Ubuntu Quando comecei com o Docker tive que subir muita VM na mão: Ubuntu, Debian, CentOS. Depois passei a usar o boot2docker e seu client que facilitava apontar o Docker Client para o Docker Daemon rodando dentro da VM.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Auto complete para Docker Engine, Machine e Compose</title>
      <link>/2016/09/auto-complete-para-docker-engine-machine-e-compose/</link>
      <pubDate>Thu, 01 Sep 2016 03:36:49 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2016/09/auto-complete-para-docker-engine-machine-e-compose/</guid>
      <description>Se você é como eu então adora o auto complete do bash e provavelmente digita sempre com o dedo anelar esquerdo sempre meio levantado. Por que wsilva? Porque a cada 2 ou 3 letras de um comando já uso o tab para auto completar ou pelo menos sugerir uma continuação.
Usando Docker o auto completion é vital, existem diversos subcomandos e cada subcomando tem seus parâmetros, um jeito de descobrir é digitar o seguinte comando para ver os subcomandos ou opções possíveis.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Um ano de PHP Day Uruguai</title>
      <link>/2016/08/um-ano-de-php-day-uruguai/</link>
      <pubDate>Mon, 08 Aug 2016 06:04:40 -0300</pubDate>
      
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      <description>Hoje fazem exatos 365 dias que tive algumas das mais intensas experiências de vida. Mas antes vamos contextualizar.
Comecei a palestrar publicamente no começo de 2015 e quando digo publicamente quero dizer não para a galera do escritório e sim para uma galera que não conheço. Já participava de alguns conferences e meetups, sempre achei interessante o trabalho que a galera tinha para organizer os eventos, dinâmicas interessantes, comida e bebida para os participantes, trazer conteúdo de qualidade, essas coisas.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Olá Mundo v3, agora com Hugo</title>
      <link>/2016/07/ola-mundo-v3-agora-com-hugo/</link>
      <pubDate>Fri, 22 Jul 2016 05:32:16 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2016/07/ola-mundo-v3-agora-com-hugo/</guid>
      <description>Novamente estamos aqui para mudar a tecnologia utilizada no blog.
Como tenho trabalhado muito com Docker comecei a querer aprender Go lang, a linguagem de programação do Google, que utilizaram para fazer o Docker e suas principais ferramentas.
Nos meus estudos descobri o Hugo https://gohugo.io/, um gerador de sites estáticos absurdamente rápido, e até um pouco mais simples e poderoso de usar que o Jekyll (IMHO).
A hospedagem que já tinha mudado de github pages para AWS permanece e o domínio vamos começar a trabalhar com .</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Docker no Mac OSX com melhorias no Boot2docker</title>
      <link>/2015/07/docker-no-mac-osx-com-melhorias-no-boot2docker/</link>
      <pubDate>Thu, 02 Jul 2015 05:20:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2015/07/docker-no-mac-osx-com-melhorias-no-boot2docker/</guid>
      <description>Se você utiliza Mac OSX para trabalhar e se aventurou tentando fazer seus projetos rodaram no Docker deve ter percebido que o serviço não roda nativamente, que temos algumas alternativas como boot2docker, ou docker-machine, ou alguma variação desses carinhas.
Eu tenho alguns projetos e a maioria rodando em PHP, na meu Fedora 19 eu instalei o Docker, subi o serviço, montei alguns conteiners de acordo com cada projeto e cada vez que começo a &amp;ldquo;codar&amp;rdquo; basta subir os conteiners do projeto que estou trabalhando e acessar como se fossem serviços rodando na minha máquina (e realmente são), fácil, tudo no 127.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Docker, do Básico a Orquestração e Clusterização - 6. Swarm</title>
      <link>/2015/06/docker-do-basico-a-orquestracao-e-clusterizacao-swarm/</link>
      <pubDate>Tue, 30 Jun 2015 05:49:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2015/06/docker-do-basico-a-orquestracao-e-clusterizacao-swarm/</guid>
      <description>Nessa série de artigos estamos abordando tópicos para uma boa utilização do Docker .
-- O docker-swarm é uma ferramenta que nos possibilita através do docker-machine (que vimos no último artigo) juntar vários hosts de docker montando um como se fosse um grande cluster onde podemos rodar nossos containers com nossas aplicações dentro.
Neste momento você deve estar perguntando: &amp;ldquo;Mas wsilva, que exemplo de aplicação precisa que eu monte um cluster em ambiente de desenvolvimento?</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Docker, do Básico a Orquestração e Clusterização - 5. Ambiente</title>
      <link>/2015/03/docker-do-basico-a-orquestracao-e-clusterizacao-machine/</link>
      <pubDate>Tue, 24 Mar 2015 01:55:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2015/03/docker-do-basico-a-orquestracao-e-clusterizacao-machine/</guid>
      <description>Nessa série de artigos estamos abordando tópicos para uma boa utilização do Docker .
-- Para entender melhor a orquestração e antes de partirmos para a clusterização precisamos entender bem como usar o docker em nossa máquina de dia a dia, a nossa máquina dev, nosso ambiente de desenvolvimento.
Se sua máquina estiver rodando Linux, qualquer distribuição, tudo fica mais fácil. Por que wsilva? Porque como vimos nos artigos anteriores o Docker trabalha com LXC - Linux Containers.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Docker, do Básico a Orquestração e Clusterização - 4. Orquestração</title>
      <link>/2015/03/docker-do-basico-a-orquestracao-e-clusterizacao-orquestracao/</link>
      <pubDate>Tue, 10 Mar 2015 05:48:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2015/03/docker-do-basico-a-orquestracao-e-clusterizacao-orquestracao/</guid>
      <description>Nessa série de artigos estamos abordando tópicos para uma boa utilização do Docker . --
No artigo anterior abordamos duas maneiras de construir um container, algumas dicas para montagem e utilização. Agora nos perguntamos montamos um &amp;ldquo;containerzão&amp;rdquo; com todos os serviços que minha aplicação precisa para rodar ou montamos vários &amp;ldquo;containerzinhos&amp;rdquo; um para cada serviço da aplicação.
Sugiro que sempre monte de acordo com a sua arquitetura em produção, quanto mais &amp;ldquo;live/production&amp;rdquo; nosso ambiente de desenvolvimento está, menos surpresas teremos em nossas entregas.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Docker, do Básico a Orquestração e Clusterização - 3. Montando containers</title>
      <link>/2015/03/docker-do-basico-a-orquestracao-e-clusterizacao-montando-containers/</link>
      <pubDate>Sat, 07 Mar 2015 23:57:00 -0300</pubDate>
      
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      <description>-- Nessa série de artigos estamos abordando tópicos para uma boa utilização do Docker .
Dando continuidade ao artigo anterior vamos abordar a criação &amp;ldquo;on the fly&amp;rdquo; de containers para rodar sua aplicação, a criação utilizando receitas em arquivos Dockerfile e algumas dicas para montar um bom Dockerfile para sua aplicação.
 Montando container &amp;ldquo;na unha&amp;rdquo; Primeiramente vamos para a montagem de um container. O jeito mais simples onde você consegue ver de maneira direta o que está acontecendo é criando na hora, &amp;ldquo;on the fly&amp;rdquo;, passo a passo até o container estar pronto.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Docker, do Básico a Orquestração e Clusterização - 2. Básico</title>
      <link>/2015/03/docker-do-basico-a-orquestracao-e-clusterizacao-basico/</link>
      <pubDate>Thu, 05 Mar 2015 02:07:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2015/03/docker-do-basico-a-orquestracao-e-clusterizacao-basico/</guid>
      <description>Nessa série de artigos estamos abordando tópicos para uma boa utilização do Docker . --
Dando continuidade ao artigo anterior com introdução sobre o que é docker e como funciona agora abordaremos como utilizar o Docker: baixar imagens, rodar containers, monitorar, versionar, manipular imagens criadas, criar imagens com base em arquivo com receitas (Dockerfiles), principais comandos e dicas de boas práticas baseando em dificuldades e gotchas que tenho enfrentado.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Docker, do Básico a Orquestração e Clusterização - 1. Introdução</title>
      <link>/2015/03/docker-do-basico-a-orquestracao-e-clusterizacao-introducao/</link>
      <pubDate>Wed, 04 Mar 2015 18:27:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2015/03/docker-do-basico-a-orquestracao-e-clusterizacao-introducao/</guid>
      <description>Nessa série de artigos abordaremos tópicos para uma boa utilização do Docker . --
Se você desenvolve ou desenvolveu para web deve ter esbarrado em problemas de configuração de ambiente ou padronização de ambientes para desenvolvedores, homologação e produção. Se pesquisou a respeito então provavelmente já ouviu falar sobre Docker, Vagrant, ou pelo menos Virtualbox.
Primeiramente vamos definir alguns conceitos.
 Virtualização Sem muitos rodeios é quando criamos um ambiente que roda sobre outro, e pode ser montado direto no hardware (Bare Metal) como no Xen, VMware, Hyper-V, ou via software (Hosted) como no Virtualbox, Paralel Desktops.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Camera como leitor de código de barras</title>
      <link>/2014/12/camera-como-leitor-de-codigos-de-barra/</link>
      <pubDate>Tue, 09 Dec 2014 12:10:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2014/12/camera-como-leitor-de-codigos-de-barra/</guid>
      <description>Aproveitando que mudei o paradigma desse site para static blogging usando Jekyll (ver último post) vamos escrever sobre algo muito útil (pelo menos para mim myself and I). Lendo um código de barras usando a webcam do meu notebook.
 Um tempo atrás eu queria facilitar o pagamento de minhas contas usando a webcam do meu notebook. Usando Debian na época instalei as dependências e compilei o Zbar, que hoje já é disponibilizado nos sources das principais distribuições de Linux.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Olá Mundo v2, agora com jekyll e github pages</title>
      <link>/2014/12/ola-mundo-agora-com-jekyll-e-github-pages/</link>
      <pubDate>Mon, 08 Dec 2014 22:00:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2014/12/ola-mundo-agora-com-jekyll-e-github-pages/</guid>
      <description>Depois de um tempo no Blogger e de tentar dar uma cara melhor usando wordpress resolvi dar uma chance ao static blogging e de quebra testar o github pages. Afinal estou praticamente há 2 anos sem escrever aqui. Motivos para static blogging ao invés de outros CMSs? Muitos, abaixo alguns deles:
 Performance do site (não há processamento) Sem paus em gerenciadores de conteúdo (é só escrever em markdown) Hospedagens baratas e algumas gratuitas (github pages) Backup e deploys simples (git clone, altera, git push)   Apesar de ter alguns outros sites hospedados a locaweb me cansou com inúmeros reparos de servidores, atualizações que quebravam alguns dos sites, péssima qualidade de hospedagem e péssimo atendimento.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Apache versus Nginx</title>
      <link>/2012/11/apache-versus-nginx/</link>
      <pubDate>Tue, 06 Nov 2012 00:46:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2012/11/apache-versus-nginx/</guid>
      <description>Depois de uma fase conturbada e sem artigos novos vamos retornar escrevendo um comparativo entre Nginx e Apache.
-- Para elaborar os testes criamos quatro arquivos de naturezas diferentes para serem servido pelo Apache e posteriormente pelo Nginx para que possamos comparar.
 Para medir a capacidade de cada servidor utilizamos um outro computador conectado na mesma rede do servidor testado e com a rede isolada efetuamos os testes usando ab (Apache Benchmark).</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Android 4.0.4 no Xperia Arc fácil fácil</title>
      <link>/2012/09/android-4-0-4-no-xperia-arc-facil-facil/</link>
      <pubDate>Fri, 07 Sep 2012 16:33:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2012/09/android-4-0-4-no-xperia-arc-facil-facil/</guid>
      <description>Se você também tem um Xperia Arc ou Arc S e não aguenta esperar a atualização para o Android 4 o ICS siga os passos.
 Baixando os pacotes Flashtool Primeiro baixamos a última versão do FlashTool no site http://androxyde.github.com/ . O projeto está bem ativo e com bastante atualizações. No dia que fiz o upgrade no celular era a v0.9.2.0 mas no dia que escrevi o artigo já era a v0.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Integrando Zend e Doctrine</title>
      <link>/2012/09/integrando-zend-e-doctrine/</link>
      <pubDate>Sun, 02 Sep 2012 18:05:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2012/09/integrando-zend-e-doctrine/</guid>
      <description>Saudações.
Para ilustrar essa integração criei um projeto praticamente do zero e segui instruções dos sites que cito nas referências ao final deste artigo.
 Arquivos:  Baixamos o Zend framework no link http://framework.zend.com/download/latest (Versão estável na época 1.12.0);  --  Baixamos o Doctrine no link http://www.doctrine-project.org/projects/orm.html (Versão estável na época 2.2.2)  Hands On: Pastas e arquivos: Criamos uma pasta para o projeto que vamos desenvolver:
mkdir -p /var/www/nginx/exemplo/  (se estiver usando o nginx como eu) ou</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Nginx não repassa os parâmetros query string para o framework</title>
      <link>/2012/08/nginx-n%C3%A3o-repassa-os-par%C3%A2metros-query-string-para-o-framework/</link>
      <pubDate>Thu, 23 Aug 2012 23:56:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2012/08/nginx-n%C3%A3o-repassa-os-par%C3%A2metros-query-string-para-o-framework/</guid>
      <description>Saudações, A dica do dia é habilitar o envio de query string para o framework (zend, codeigniter, etc&amp;hellip;) para que possa receber os parâmetros através de uma requisição GET. O problema foi detectado usando zend framework e ao chamar uma action usando query string para passar parâmetros.
(http://exemplo.inet/teste/index?var1=bla&amp;amp;var2=yey) as variáveis vinham vazias e usando a notação de barras no próprio zend (http://exemplo.inet/teste/index/var1/bla/var2/yey) funcionava normalmente.
A configuração desse host no nginx estava parecido com o abaixo:</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Gerar arquivo de deploy usando Git</title>
      <link>/2012/08/gerar-arquivo-de-deploy-usando-git/</link>
      <pubDate>Sun, 19 Aug 2012 10:50:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2012/08/gerar-arquivo-de-deploy-usando-git/</guid>
      <description>Saudações. Primeiramente vamos explicar alguns termos:
 Deploy: a tradução mais próxima para o sentido de deploy que vamos usar seria implantação. Git: Sistema de controle de versão distribuido desenvolvido por Linus Torvalds. Commit: Grava as mudanças feitas no repositório como uma estágio atual. SHA1: Id único que identifica um commit. Integração contínua: Nome dado à rotina de integração de alterações ao sistema ou software desenvolvido incluindo testes que verificam se houve quebra de funcionalidades.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Consumindo Google Plus API</title>
      <link>/2012/07/consumindo-google-plus-api/</link>
      <pubDate>Wed, 25 Jul 2012 09:59:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2012/07/consumindo-google-plus-api/</guid>
      <description>Os passos que seguem vão mostrar como consumir de maneira simples a API do Google Plus usando PHP. A API está publicada no endereço https://developers.google.com/+/api/ e permite 10.000 requisições por dia (no dia que escrevi este artigo).
 Hands ON Primeiro devemos acessar o console no endereço https://code.google.com/apis/console#access
Se não estiver autenticado no google será necessário informar usuário e senha registrado.
Em seguida devemos clicar em create project.
Na tela seguinte em Overview clicamos em Register ao lado de Project ID.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>LEMP (Linux &#43; Nginx &#43; MySQL &#43; PHP 5.2 &#43; PHP 5.3 &#43; PHP 5.4) na mesma máquina.</title>
      <link>/2012/07/lemp-linux-nginx-mysql-php-5-2-php-5-3-php-5-4-na-mesma-maquina/</link>
      <pubDate>Mon, 16 Jul 2012 18:32:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2012/07/lemp-linux-nginx-mysql-php-5-2-php-5-3-php-5-4-na-mesma-maquina/</guid>
      <description>Nesse pequeno (#not) artigo vamos preparar um ambiente com Nginx rodando versões diferentes de PHP.
Ao final também explicamos como utilizar o XDebug, o APC, o Memcached e o PHP Stemmer em cada uma das versões diferentes instaladas. Primeiramente levantamos o servidor LEMP normalemente seguindo o passo a passo descrito aqui .
Resumidamente seguimos 2 passos:
 1 - Instalamos, levantamos o serviço e configuramos o servidor de MySQL.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Nginx: algumas configurações adicionais para frameworks e SSL</title>
      <link>/2012/07/nginx-algumas-configura%C3%A7%C3%B5es-adicionais-para-frameworks-e-ssl/</link>
      <pubDate>Wed, 11 Jul 2012 20:02:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2012/07/nginx-algumas-configura%C3%A7%C3%B5es-adicionais-para-frameworks-e-ssl/</guid>
      <description>Saudações, dando continuidade ao último post segue uma série de configurações para o Nginx.
SSL, Gerar as chaves com o comando
openssl req -new -x509 -days 365 -nodes -out /etc/httpd/ssl/teste.pem -keyout /etc/httpd/ssl/teste.key   (Em caso de dúvida ver esse post .)
Na configuração do VirtualHost que coloquei em /etc/nginx/sites-available/teste.inet colocar as linhas:
server { ... listen 443; ssl on; ssl_certificate /etc/httpd/ssl/teste.pem; ssl_certificate_key /etc/httpd/ssl/teste.key; ssl_session_timeout 5m; ssl_protocols SSLv2 SSLv3 TLSv1; ssl_ciphers HIGH:!</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>LEMP (Linux &#43; Nginx &#43; MySQL &#43; PHP) no Fedora 17</title>
      <link>/2012/07/lemp-linux-nginx-mysql-php-no-fedora-17/</link>
      <pubDate>Sun, 01 Jul 2012 22:27:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2012/07/lemp-linux-nginx-mysql-php-no-fedora-17/</guid>
      <description>Em férias escolares temporárias então de volta aos estudos caseiros. Resolvi fazer um test drive do Nginx o web server que ultimamente tem recebido boas críticas. Para instalação segui parcialmente o tutorial do if not true then false .
Depois de fazer um backup, instalar do zero o Fedora 17, instalar algumas ferramentas básicas, parti para o web server.
Primeiramente fiz a instalação que sempre fazia do LAMP (Linux + Nginx + MySQL + PHP).</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Apache2 com SSL em VirtualHosts</title>
      <link>/2012/05/apache2-com-ssl-em-virtualhosts/</link>
      <pubDate>Thu, 03 May 2012 20:29:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2012/05/apache2-com-ssl-em-virtualhosts/</guid>
      <description>Saudações Só pra não ficar sem escrever hoje precisei de SSL em apenas um projeto para testar algumas funcionalidades e segue o que fiz. Pesquisando no google achei um how to muito bom neste site. Foi só seguir a risca a criança. Passo a passo:
 Saudações
Só pra não ficar sem escrever hoje precisei de SSL em apenas um projeto para testar algumas funcionalidades e segue o que fiz.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Ruby on Rails rodando no Apache com Passenger</title>
      <link>/2012/04/ruby-on-rails-rodando-no-apache-com-passenger/</link>
      <pubDate>Sun, 22 Apr 2012 09:04:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2012/04/ruby-on-rails-rodando-no-apache-com-passenger/</guid>
      <description>Antes de mais nada devo lembrar que nosso apache já está rodando e funcionando com PHP e que já fizemos a instalação do Ruby on Rails usando RVM . Outra coisa que devo lembrar é que foi muito fácil. Agora sim hands on.
 Indo para o Home
cd ~/  Instalamos a Gem Passenger
gem install passenger  Instalamos o módulo do apache 2 seguindo os passos
passenger-install-apache2-module -a  Criamos um arquivo de configuração no apache&amp;hellip;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Instalação do Ruby on Rails no Fedora 16 usando RVM</title>
      <link>/2012/04/instala%C3%A7%C3%A3o-do-ruby-on-rails-no-fedora-16-usando-rvm/</link>
      <pubDate>Sat, 21 Apr 2012 19:09:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2012/04/instala%C3%A7%C3%A3o-do-ruby-on-rails-no-fedora-16-usando-rvm/</guid>
      <description>Olá cambada O que eu vou guar dar pra não esquecer hoje é a instalação do Ruby on Rails no meu Fedora 16 usando o RVM (Ruby Version Manager). Foi bem simples, primeiro temos que ter o CURL instalado, se não tiver, baba:
sudo yum install curl  Depois é só seguir as instruções do quick install no site:
 No terminal executamos como usuário normal
curl -L get.rvm.io | bash -s stable  Após instalar recarregamos o shell com o comando:</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>PHP com Notices? Warnings? pode ser o output_buffering...</title>
      <link>/2012/04/php-com-notices-warnings-pode-ser-o-output_buffering/</link>
      <pubDate>Sat, 14 Apr 2012 22:52:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2012/04/php-com-notices-warnings-pode-ser-o-output_buffering/</guid>
      <description>Saudações
Esse post vai ser curto, mesmo porque o intuito principal é não esquecer e resolver rápido na próxima.
Estava eu trabalhando esses dias quando um desenvolvedor de uma outra equipe me falou que algo estranho estava acontecendo, que na máquina dele um fomulário estava funcionando normal mas na máquina do designer estava dando pau.
 Fui lá conferir e a mensagem era mais ou menos assim: Notice: Undefined index bla bla bla&amp;hellip; Line x, bla bla bla&amp;hellip; e logo abaixo: Fatal Error, bla bla bla&amp;hellip; Headers Already Sent, bla bla bla&amp;hellip;</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Versões de PHP diferente em cada virtual host na mesma máquina.</title>
      <link>/2012/03/versoes-de-php-diferente-em-cada-virtual-host-na-mesma-maquina/</link>
      <pubDate>Wed, 28 Mar 2012 22:46:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2012/03/versoes-de-php-diferente-em-cada-virtual-host-na-mesma-maquina/</guid>
      <description>Um belo dia precisei dar suporte em dois projetos rodando PHP, legal mas um projeto roda usando PHP 5.2 e tinha que ter os módulos de memcache, APC e um módulo de radicalização de palavras chamado php-stemmer . O outro tinha que rodar em PHP 5.3 com os módulos mod_rewrite e mcrypt. Ok mas eu tenho uma máquina só, como faz?
 Estratégia: usar o ambiente com as instalações padrões ou seja, com PHP 5.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Downgrade simples de PHP 5.3 para PHP 5.2 no Ubuntu</title>
      <link>/2012/03/downgrade-simples-de-php-5-3-para-php-5-2-no-ubuntu/</link>
      <pubDate>Wed, 28 Mar 2012 00:15:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2012/03/downgrade-simples-de-php-5-3-para-php-5-2-no-ubuntu/</guid>
      <description>Vamo que vamo que to empolgado. Motivos? vários: - Acabo de chegar em casa mais cedo do que de costume, na aula de desafios de programação consguimos tirar um 10 na atividade (nem lembro do último 10 que tirei na vida); - Consegui rodar várias versões e configurações de PHP numa mesma máquina separada por virtual hosts (mas esse artigo fica pra próxima, preciso fechar alguns estes amanhã);
  E por fim sabadão vamos dar uma parada, uma miniférias creio que merecida;  Desta vez vou escrever algo que sempre esquecia e sempre usava: downgrade da versão de PHP para 5.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>PHP 5.2 x PHP 5.3 na mesma máquina com xdebug e virtualbox</title>
      <link>/2012/03/php-52-x-php-53-na-mesma-maquina-com/</link>
      <pubDate>Sat, 10 Mar 2012 12:02:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2012/03/php-52-x-php-53-na-mesma-maquina-com/</guid>
      <description>Saudações
Pra falar a verdade eu não gostei desta solução mas algumas me pessoas pediram, esse site ainda está meio sem conteúdo então vou descrever a solução porca que estou usando para rodar um PHP 5.2 e um PHP 5.3 na mesma máquina.
 Tudo começou quando fui chamado para coordenar uma equipe de desenvolvimento e alguns dos projetos rodavam usando PHP 5.2 e outros PHP 5.3 (das máquinas utilizadas para desenvolver umas rodam Ubuntu 11.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Montando servidor local para testes de SSL</title>
      <link>/2012/03/montando-servidor-local-para-testes-de/</link>
      <pubDate>Thu, 08 Mar 2012 21:10:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2012/03/montando-servidor-local-para-testes-de/</guid>
      <description>Hoje precisei debugar um problema que só acontece se acessarmos um servidor com SSL.
O protocolo SSL provê a privacidade e a integridade de dados entre duas aplicações que comuniquem pela Internet. Isto ocorre através da autenticação das partes envolvidas e da cifra dos dados transmitidos entre as partes.
Esse protocolo ajuda a prevenir que intermediários entre as duas pontas da comunicação tenham acesso indevido ou falsifiquem os dados transmitidos. (via wikipedia)</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Hello World pra não fugir a regra</title>
      <link>/2012/03/hello-world-pra-nao-fugir-regra/</link>
      <pubDate>Wed, 07 Mar 2012 19:32:00 -0300</pubDate>
      
      <guid>/2012/03/hello-world-pra-nao-fugir-regra/</guid>
      <description>Sim, primeira publicação para teste desta ferramenta. Como sugestão do prof pv vamos usar coisas prontas.  Mas vc não é desenvolvedor? Yes somos developers mas chega de reinvenar a roda&amp;hellip; né.
té +</description>
    </item>
    
  </channel>
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